Companheiros,
Com votos que tenham tido/ estejam a ter/ venham a ter umas boas férias, enviamos a informação para a próxima actividade do Sempre a Descer. Come, a primeira da época 2014-2015.
Os pormenores são os seguintes:
Sábado, dia 27 Setembro 2014
Hora: 9 h 45 m
Local de encontro: Parque Desportivo Municipal de Mafra (na porta de entrada).
Para chegar a Mafra, quem sai de Lisboa, o melhor caminho é pela A8 em direcção a norte.
Abandonam a A8 na saída Mafra/ Ericeira, etc, e entram na A21.
Seguem as indicações de Mafra centro e depois de passar o Convento, começam a aparecer as indicações do Parque.
Tem parque de estacionamento gratuito.
Desde Lisboa são cerca de 45 m.
Quanto à actividade, ela é diferente do habitual. Trata-se de uma pequena prova de orientação, a decorrer dentro do Parque, com um grau de dificuldade fácil, quer física, quer tecnicamente.
Nota: Para os mais veteranos no grupo, trata-se de uma actividade semelhante à que fizemos em tempos no Cabeço de Montachique, embora mais fácil.
O almoço será, como sempre num restaurante das redondezas.
Lá vos esperamos.
Cumprimentos.
JA/JM
19 agosto 2014
28 maio 2014
SaD - Arranhó, sábado 28.Junho, 2014
Para encerramento das actividades desta época do Sempre a Descer.come, propomos um passeio original, especialmente desenhado para o grupo, na zona de Bucelas, mais concretamente em Arranhó.
Trata-se de um percurso circular com 10,5 km e com grau de dificuldade médio, significando isto que tem algumas subidas e descidas, mas quase sempre por caminhos de piso regular.
Data: 28 de Junho, sábado, e o encontro será em Arranhó às 9:45 h, junto à UDRA (União Desportiva e Recreativa de Arranhó), onde existe um bom parque de estacionamento que está assinalado. Situa-se na primeira rua à esquerda, quem entra na localidade vindo de Bucelas.
GPS: 38.952964, -9.135803
GPS: 38.952964, -9.135803
Arranhó está a cerca de 30 km de Lisboa (Campo Grande) e o caminho mais directo para lá chegar é tomar a A8 e, após as portagens de Loures, sair para a CREL (A9) em direcção a Alverca. Sair da CREL (A9) na saída 6 em direcção a Bucelas. Na primeira rotunda à entrada de Bucelas, virar para a esquerda. Embora as placas sejam pequenas e nem sempre muito visíveis, está sempre assinalado o caminho para Arranhó (pela N115).
O almoço será no Restaurante Adega Barros, em A-dos-Arcos, a cerca de 4 km do fim da caminhada.
Ementa: Bacalhau assado com batatas a murro e costeleta de vitela. Mais o pão, o vinho, as azeitonas, a sobremesa e os etcs, 15 € por bico. Para jovens é mais barato.
João Aleixo e José Gaspar
Inscrições para
sempreadescer@gmail.com
--
SaD
16 abril 2014
Tapada de Mafra, 10.Maio, 2014
Foto de Alice Gaspar
Após várias passeatas por Lisboa e a deslocação a Penacova, a próxima actividade do Sempre a Descer vai decorrer numa área mais campestre – A Tapada de Mafra.
A entrada na Tapada de Mafra faz-se pelo portão do Codeçal, 40 km a partir de Lisboa (2ª circular). Seguindo pela A8 até à saída nº 5 (direção Ericeira; Mafra). Daí entram noutra auto-estrada (A21) e tomam a saída para Torres Vedras, Gradil. A partir dai há sempre indicações para a Tapada.
Coordenadas GPS: 38º 57’ 53" N 9º 18’ 09" W.
O custo de entrada na Tapada é de 6 € por pessoa e inclui um passeio guiado com 7,5 km e visita aos 2 museus que lá se encontram.
O evento acontece no próximo dia 10 de Maio (sábado), e a hora de encontro no Portão da Tapada é às 9:30.
Até lá.
José Gaspar
João Aleixo
João Aleixo
11 março 2014
Rota da Lampreia em Abril, 2014
Penacova, fim de semana, 5-6.Abril, 2014
Sábado, 5.Abril, 2014:
9:30 Acolhimento de Boas Vindas – Câmara Municipal de Penacova
10:00 Espumante de Honra na Pérgola Raul Lino 11:00 Desfile das Confrarias
12:00 Cerimónia de Entronização de Novos Confrades
13:30 Almoço de Lampreia nos Claustros do Mosteiro do Lorvão
16:30 Sarau Cultural nos Claustros do Mosteiro do Lorvão
Participação do Coral Divo Canto de Penacova e do Grupo de Fados Momentos de Coimbra
* Preço: +/- 35,00€
Domingo, 6.Abril, 2014
3ª Caminhada da Rota da Lampreia,
percorrendo as margens do Rio Alva, cerca de 10 km e culminando com um almoço [10 €] na Pérgola Raul Lino.
As inscrições para sempreadescer@gmail.com
Os Alojamentos locais, que deverão ser marcados por cada interessado quanto antes, são os seguintes:- Casa da Carvoeira,
D. Mª Domingas, 919 696 614
- Pensão Avenida
3360 - 191 Penacova
Telef.: 239 477 142
www.pensaoavenida.com
- Arqº Carlos Mendes
Tm.: 927 052 920
- Casa de Repouso
05 março 2014
Lisboa (zona ocidental)
Estes tempos cinzentos e chuvosos ainda não nos aconselham numa ida para os campos.
Assim realizamos uma caminhada urbana, conhecendo mais um pouco de Lisboa, agora na zona ocidental
Assim realizamos uma caminhada urbana, conhecendo mais um pouco de Lisboa, agora na zona ocidental
Foi no domingo, 9.Março, 2014, com início às 9:30 h na Doca do Espanhol, nas traseiras do Museu do Oriente.
Fomos 48 caminhantes num circuito circular de 12,5 km.
Visitámos o Jardim Botânico e o Museu Nacional de História Natural e da Ciência, na R. da Escola Politécnica. O almoço foi no Restaurante Spianata, na Tv. da Santa Quitéria, 38 D (jt. à R. Pedro Álvares Cabral). Continuamos a a caminhada pela tarde.
Fomos 48 caminhantes num circuito circular de 12,5 km.
Visitámos o Jardim Botânico e o Museu Nacional de História Natural e da Ciência, na R. da Escola Politécnica. O almoço foi no Restaurante Spianata, na Tv. da Santa Quitéria, 38 D (jt. à R. Pedro Álvares Cabral). Continuamos a a caminhada pela tarde.
Locais por onde vamos passar:
- Doca do Espanhol
- Cais do Sodré
- Elevador da Bica
- Santa Catarina
- Rua do Século
- Príncipe Real
- Escola Politécnica, Museu Nacional de História Natural e da Ciência e o Jardim Botânico
- Tr. Santa Quitéria (almoço no Restaurante Spianata)
- Jardim da Estrela
- Mercado de Campo de Ourique
- Tapada das Necessidades
- Casa de Goa
- Doca do Espanhol
09 dezembro 2013
Em Lisboa, à borda do Tejo
Como preparação para as festas de NATAL, vamos no domingo 22.dezembro,2013, andar por Lisboa sempre à borda do Tejo.
Vamos da Expo a Cacilhas, passando pelo Cais do Sodré.
Serão 12,5 km [10,5 km a andar e 2,0 km de barco].
A ida a Cacilhas é para almoçar no Restaurante Vale do Rio, junto ao cais.
30 outubro 2013
Rescaldo da Rota do Açúcar
Um relato do que foi a nossa caminhada pela Rota do Açúcar pode encontrar-se aqui, feito pelo amigo Carlos Almeida.
Fotos de Céu Fialho
Fotos de Céu Fialho
17 setembro 2013
29 maio 2013
Da Luz à Expo, em Lisboa
Na próxima atividade do Sempre a Descer.come, voltamos a Lisboa.
Vamos explorar parte dos traçados da rede urbana de ciclovias já instalada e que pode ser conhecida no site da CM Lisboa.
A proposta é fazer o percurso entre o Largo da Luz (Carnide) e a EXPO.
O local de encontro é portanto no Largo da Luz, em frente ao Colégio Militar,
Vamos explorar parte dos traçados da rede urbana de ciclovias já instalada e que pode ser conhecida no site da CM Lisboa.
A proposta é fazer o percurso entre o Largo da Luz (Carnide) e a EXPO.
O local de encontro é portanto no Largo da Luz, em frente ao Colégio Militar,
GPS: 38.760623° -9.183748°.
É um passeio de grau de dificuldade fácil, quase sempre plano, com cerca de 10 kms de extensão.
A atividade decorre no sábado 22 de Junho, com encontro às 9:30.
O almoço será no Restaurante Margem do Tejo, na Estrada de Moscavide, 32A (perto da Expo).
É um passeio de grau de dificuldade fácil, quase sempre plano, com cerca de 10 kms de extensão.
A atividade decorre no sábado 22 de Junho, com encontro às 9:30.
O almoço será no Restaurante Margem do Tejo, na Estrada de Moscavide, 32A (perto da Expo).
Inscrições para:
António José Paulino, Alice Gaspar02 maio 2013
Évora à volta do Aqueduto
Teremos 2 tempos. No sábado teremos um programa de visitas culturais. A caminhada será no domingo de manhã. Quem só puder ir no domingo, irá à caminhada e ao almoço.
Quanto a alojamento existe muita oferta local, mas vamos dar, em breve, algumas sugestões.
Programa:
Sábado, 18.Maio,2013
Ponto de Encontro: Cromeleque dos Almendres (entre Montemor-o-Novo e Évora), às 10:30 h.
GPS: 38.557747,-8.061545
Ver mapa maior
11:30 h - visita ao Museu de Évora.
13:30 h - Almoço na Taska Fina, na R. dos Apótolos, 10, Évora
À tarde, visitas no Centro Histórico de Évora.
Percurso de Lisboa (Campo Grande) ao Cromelec dos Almendres, cerca de 130 km, em 1 h 20 m.
Domingo, 19.Maio,2013
Ponto de Encontro: a indicar, à entrada de Évora, às 10:00 h.
Caminhada, cerca de 12 km, em terrenos com pouca inclinação.
13:30 h - Almoço no Restaurante Café Alentejano, na R. do Raimundo, 5, Évora
--
Inscrições para: sempreadescer@gmail.com
................
Sugestão para alojamento em Évora, com preço especial para o Sempre a Descer:
BEST WESTERN PLUS Hotel Santa Clara
Travessa da Milheira, 19
7000-545 Évora
Tel.: 266 70 41 41
reservas@hotelsantaclara.pt
Single – 44 €/noite
Duplo – 49 €/noite
Twin – 50 €/noite
19 abril 2013
CINEMA E GASTRONOMIA
Nota: versão provisória desta conferência, que será complementada,
logo que possível, com as ligações para todos os filmes indicados.
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À Confraria da
Lampreia de Penacova, no seu X Capítulo, ofereço este prato mal cozinhado, que
serve como receita para o modesto aperitivo que vou servir e que só pode ser
salvo com o extraordinário banquete d’A Festa de Babette.
Com amizade
Penacova, 6 de
Abril de 2013
É um equívoco eu vir aqui
proferir uma conferência (ou uma “oração de sapiência”, como honrosamente lhe
chamou o programa) sobre este tema, não sendo gastrónomo ou “gastrósofo” (e sim
apenas apreciador de boa comida e de boa bebida, embora em certas
circunstâncias e em quantidade cada vez menor, o que abona, de resto, em favor
da verdadeira gastronomia) e não sendo especialista em cinema (sou apenas um
historiador que analisou o “cinema sob o olhar de Salazar” e que, quando muito,
se pode chamar um “cinéfilo”, termo de que Alves Costa, um dos iniciadores do
ensaísmo cinematográfico em Portugal, parece não ter gostado, por se ter
tornado um termo demasiado corrente).
Falar deste tema, em sentido
lato, é também um equívoco, pois consiste afinal em falar de quase todo o
cinema, dado que não há praticamente nenhum filme onde não haja uma cena
passada à mesa. O comer e o beber fazem parte integrante da vida, como o amor, o
prazer, o sofrimento ou a morte.
Se olharmos para o cinema
português de anos idos, todos nos lembramos das pitorescas cenas passadas à
mesa nas pensões familiares lisboetas ou nas casas de família, como sucede, por
exemplo, em O Pai Tirano (1941), de
António Lopes Ribeiro. Por vezes essas cenas têm algo de caricato e de
humorístico, como acontece, no mesmo filme, com o caso, reproduzido
recentemente num anúncio da TV, da criada Teresa (Teresa Gomes) que substituía
um bolinho de bacalhau e vários outros petiscos, que não havia no bar, por um
copinho de vinho branco (ou um copinho de aguardente? — já não me lembro bem).
Cenas excelentes passadas em
restaurantes ou em festas de sociedade ou em refeições íntimas encontramo-las
nós em Manoel de Oliveira (por exemplo, em Vale
Abraão, 1993, em Party, 1996, ou
em Belle Toujours, 2006). Mas atinge
foros de ironia sarcástica no filme Tráfico.
Uma comédia Portuguesa (1998), de João
Botelho, em que os vigaristas penetram em dada altura numa “sardinhada
de sociedade”, à beira de uma piscina,
onde os convivas, vestidos de cerimónia e servidos por “criados” trajados a
rigor, comem duas ou três sardinhas com luvas brancas, que lhe são distribuídas
à entrada. Ou então na ironia crítica, paradoxal e desconcertante de João César
Monteiro, das Bodas de Deus (1999),
um dos filmes da trilogia de João de Deus, em que este, após salvar de morrer
afogada uma jovem (Joana), que tentara suicidar-se, e de ter recebido de um
anjo (interpretado por Luís Miguel Cintra), vestido de oficial da marinha, uma
mala cheia de dinheiro, almoça com a madre-superiora, no convento onde entregara
a jovem. Aí surge, inesperadamente, o gosto pela fartura e a austeridade de
João de Deus, que enche o prato de um cozido à portuguesa, de “comer e chorar
por mais”, o qual acaba por ser levantado da mesa sem nada ter comido, ao mesmo
tempo que a madre-superiora comia alguma coisa e depois fumava cigarrilhas
longas, ambos vituperando os fascistas, com uma blasfémia (a freira) ou com uma
ladainha pornográfica (João de Deus).
Notáveis são também as comezainas
dos filmes do realizador e músico sérvio Emir Kusturica: a boda de casamento no
subterrâneo, onde se escondiam da guerra sem saber que a guerra tinha
terminado, em Underground (1995), ou
nos encontros de convívio e de luta de famílias, em Gato Preto, Gato Branco (1998), que representam afinal as polémicas
constantes dos países balcânicos. Ou então as refeições nojentas em que cada um
quer comer mais ou até matar o outro, de Ettore Scola, em Feios, Porcos e Maus (1976). Mas Ettore Scola fez mesmo um filme
sobre um jantar (La Cena, 1998),
passado num restaurante, onde os dramas de cozinheiros, criados e clientes
representam afinal os dramas do dia-a-dia. Aqui a comida e a bebida, ou o acto
de comer e de beber, ou de cozinhar ou de servir à mesa, mas sobretudo o
ambiente que os rodeia, são apresentados como uma grande metáfora. Tal como é
uma alegoria, neste caso contra as prepotências, a peça de Arnold Wesker, A Cozinha, The Kitchen (1957), que representa a exploração do operário na
sociedade capitalista, peça proibida em Portugal no Salazarismo e só encenada
em 1971, tendo sido de novo levada ao palco recentemente, por Carlos Avilez.
Até certo ponto será também uma
metáfora a história de uma comunidade de pobres emigrantes do norte de África
em França (Sète) que querem abrir um restaurante num barco, mas tudo lhes corre
mal, entre vários dramas familiares. Trata-se do filme francês do tunisino
Abdel Kachiche, La Graine et le Mulet,
apresentado em Portugal com o nome de O
segredo de um Cuscuz (2007).
Grande jogo de representações é o
polémico filme do polémico realizador Marco Ferreri, A Grande Farra (1973) — é afinal o olhar amargo sobre a sociedade
capitalista e de abundância, que se suicida num acto autofágico (comendo
grandes iguarias), com a presença não de marginais prostitutas, mas de uma
professora de crianças, representante do stablichment, a qual, com os
seus alunos, visitava a casa de Balzac, situada ao lado do palacete onde toda a
cena se desenvolve. De algum modo como Os
Canibais (1988), filme de Manoel de Oliveira, apresentado em tom de ópera,
com música de João Peres, baseado no conto com o mesmo nome (1868) de um autor
maldito do século XIX, Álvaro Carvalhais, que põe a nu a imoralidade da
sociedade burguesa, a qual come os seus próprios filhos. Algo de semelhante
surge no filme Delikatessen (1991),
de Jean-Pierre Jeunet, em que, numa sociedade surrealista, onde falta comida e
todos se querem comer, a carne humana é apresentada como um excelente
ingrediente de óptimos petiscos.
Mas este canibalismo — recorde-se
ainda Hannibal (2001), interpretado
por Anthony Hopkins, e realizado por Ridley Scott, thriller que vem na sequência do mais conhecido e, a meu ver, de
menor qualidade, O Silêncio dos Inocentes
— ou o suicídio pela comida são tudo o que há de mais oposto à gastronomia
e peço, por isso, desculpa por ter referido semelhantes filmes de maior ou
menor interesse cinematográfico, do ponto de vista estético, dramático e
social.
Nem nesse sentido se pode colocar
a obra didáctica e positiva, filme para crianças e adultos, quase em desenhos
animados, de Tim Burton, com o seu actor preferido, Johnny Depp, Charlie e a Fábrica de Chocolates
(2005). Nem mesmo Ratatui ou Ratatouille (2007), nome da principal
figura e de um prato campestre da Provença, das americanas Produções Pixar e
realizado por Brad Bird — delicioso filme de animação sobre as aventuras de um
rato cozinheiro em Paris.
Na verdade, já se aproxima mais
da gastronomia outro filme americano, que vai olhando para a gastronomia
francesa (como é comum, por ser, talvez injustamente, a mais conhecida e,
afinal, a mais elaborada), Julia e Julie
(2009), de Nora Ephron, baseado na autobiografia de Júlia Child (My life in France), interpretada por
Meryl Streep, que conta a história de uma jovem desempregada, Julie, que se
propôs cozinhar centenas de receitas do livro Mastering the Art of French Cooking, registando as suas impressões
sobre o que vai cozinhando num blogue
de grande sucesso.
Também não será obra ligada com
exactidão à gastronomia, ou, melhor, à enologia, o filme Sideways (USA, 2004), de Alexander Payne, história de dois amigos
que saem em despedida de solteiro de um deles, em busca das caves de vinho da
Califórnia. Pretende-se criticar nele o pretensiosismo do gosto pelo vinho nos
Estados Unidos. No final das várias peripécias humorísticas e dramáticas dos
dois amigos, um deles, divorciado e com problemas existenciais, acaba,
tristemente, a beber um vinho que se pretendia de qualidade excepcional, num
restaurante fast-food, em copo de
plástico. A atracção americana pelo vinho é um facto interessante, de tal modo
que levou à produção de algumas obras curiosas, como alguns livros de
jornalistas e de enólogos, mesmo alguns sobre a história de França na Segunda
Grande Guerra (Don e Petie Kladstrup, Vinho e Guerra. Os franceses, os nazistas e a batalha pelo maior tesouro
da França. Edição brasileira. Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 2002). No domínio do documentário,
recorde-se o filme premiado Mondovino
(2004), do americano Jonathan Nossiter, que é uma crítica à globalização e ao
emprego de técnicas modernas em função de uma “estandardização”, um paladar
homogéneo, ao gosto do público, em desfavor do terroir e da utilização original das pipas de carvalho. Teria esse
tipo de documentários críticos sobre a sociedade actual, em crise de valores,
grande sucesso, entre cinéfilos e não só, como provam os filmes sobre outros
temas de Michael Moore e o recente Inside
Job, A Verdade da Crise (2010),
de Charles H. Ferguson.
Verdadeiramente, um filme que
aborda a gastronomia, ou a gastrosofia, ou a gastrologia, ou a gastrofilia —
não sei qual o termo mais adequado —, não será ainda a notável fita mexicano Como Água para Chocolate (1992), de
Alfonso Arau, com base no livro de Laura Esquível. Obra de um realismo mágico,
entre o sobrenatural e o real, passa-se durante a guerra civil e tem como
pretexto a cozinha e as suas receitas (cada capítulo do livro começa por uma),
onde Tita — marcada para ser a solteira da família — se fixa num amor fatal por
Pedro, começando por atraí-lo pela boa comida.
É interessante como o chocolate
tem funcionado como motivação de filmes e de livros, mesmo de uma obra que só
de forma muita indirecta poderia trazer ao de leve referências gastronómicas (o
caso de um gelado), Morango e Chocolate
(1994), o filme cubano/mexicano/espanhol, de Tomás Gutierrez Alea e Juan Carlos
Tabió, de considerações críticas sobre a realidade cubana e uma apologia da
tolerância, marcada pela amizade entre um professor e um intelectual homossexual.
E é sobre a arte de fazer chocolate que versa um filme que já poderei apelidar,
esse sim, de gastronómico — Chocolate
(2000). Inglês, mas dirigido pelo sueco Lars Hallström, é revelador de uma
temática muito sugestiva abordada anos antes num filme de culto (pelo menos
para mim) a que me vou especialmente referir — a relação entre o prazer e a
vida, uma relação que demonstra que o prazer é capaz de romper preconceitos,
neste caso os preconceitos da nobreza e do clero, num pequeno povoado francês.
É a história de Vianne Rocher (Juliette Binoche), e da sua filha, que, com a
sua chocolateria, vai conquistando a alma das gentes simples e o amor de um
cigano, sendo inicialmente perseguida pelo conde, dominador das gentes da
aldeia, e pelo jovem padre, seu apaniguado. Considerado um filme de grande
nível cinematográfico, teve vários óscares e globos de ouro.
Mas autenticamente obra de
eleição e gastronómica por excelência é o filme dinamarquês, considerado então
o melhor filme estrangeiro do Festival de Cannes, A Festa de Babette (1987). Dirigido por Gabriel Axel, teve como
base o romance de Karen Blixen (que inspirou também o filme África Minha), conhecida igualmente pelo
pseudónimo de Isak Dinesen. Babette, que fugira das convulsões da Comuna de
Paris (1871) e que (segundo se vem a saber no fim) fora chef de cuisine do Café
Anglais, vai para uma pequena aldeia nórdica, onde é albergada por duas
mulheres, filhas do pastor de uma comunidade presbiteriana muito austera.
Só um verdadeiro dinner français que se propõe cozinhar e servir, por ter ganho a lotaria e em homenagem póstuma ao pastor, quando ele faria 100 anos, traz verdadeira felicidade à comunidade. É uma união entre o prazer e a vida, ou a ideia que não há espiritualidade sem o prazer, ou que o artista nunca é pobre e pode sempre dar algo de si aos outros. Mesmo que seja uma cozinheira, uma cozinheira de primeira água, que fizera feliz e voltara a fazer feliz um militar, o único dos convivas que sabia reconhecer os prazeres da mesa, mas que também conhecera o amor, nunca concretizado mas sempre vivo, por uma das anfitriãs. Os outros passaram a apreciar o gosto da boa comida e só então terão percebido o sentido da felicidade e da solidariedade. O Espírito não pode existir sem a Matéria, desde que esta seja um “Matéria espiritual”, um objecto de arte.
Só um verdadeiro dinner français que se propõe cozinhar e servir, por ter ganho a lotaria e em homenagem póstuma ao pastor, quando ele faria 100 anos, traz verdadeira felicidade à comunidade. É uma união entre o prazer e a vida, ou a ideia que não há espiritualidade sem o prazer, ou que o artista nunca é pobre e pode sempre dar algo de si aos outros. Mesmo que seja uma cozinheira, uma cozinheira de primeira água, que fizera feliz e voltara a fazer feliz um militar, o único dos convivas que sabia reconhecer os prazeres da mesa, mas que também conhecera o amor, nunca concretizado mas sempre vivo, por uma das anfitriãs. Os outros passaram a apreciar o gosto da boa comida e só então terão percebido o sentido da felicidade e da solidariedade. O Espírito não pode existir sem a Matéria, desde que esta seja um “Matéria espiritual”, um objecto de arte.
Deste modo, pode dizer-se que
nada há como ver o banquete da Festa de
Babette para se entender o sentido de uma confraria gastronómica, que deve
ser considerada no seu sentido preciso e literal — uma confraria, um conjunto de “irmãos” que se juntam para comer e
beber, como nas antigas confrarias medievais, junção entre a vida e a morte,
onde era obrigatório pelo menos uma refeição conjunta por ano, um convivium, em que para representar e se
afirmar essa relação vital se passava um copo de mão em mão. Assim se ligavam
espiritualmente todos os confrades e aqueles que já haviam falecido.
É este filme ou, melhor, o seu
final, a notável e deliciosa cena do banquete, nunca mais esquecida depois de a
ver, que ofereço à Confraria da Lampreia de Penacova, no seu X Capítulo.
[i] Professor Catedrático
aposentado da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Licenciou-se aqui
com uma tese sobre o Tradicionalismo e a Contra-Revolução, publicada em 1973.
Doutorou-se em 1978 com a dissertação Ideologia política e teoria de Estado na
Restauração, publicada em 1981-1982. Depois dessa passagem pelo estudo da Época
Moderna, dedicou-se ao estudo da História da História, do Estado Novo (foi
publicada nesta colecção o livro Estados Novos, Estado Novo) e da Universidade.
Foi director da Revista de História das Ideias e da revista Estudos do Século
XX, do CEIS20, de que foi um dos fundadores.
14 abril 2013
Pelas terras de Penacova
Inserida
na cerimónia de entronização de novos confrades e organizada por um filho do
lugar e juiz da Confraria, Luís Amante, a Confraria
da Lampreia realizou, no fim-de-semana passado 6/7 Abril 2013, em Penacova, uma iniciativa, que contou
com a participação do grupo de caminheiros “Sempre a Descer.Come”, onde fui
gentilmente inserida, pelo responsável António Paulino.
Conceição Teixeira
Fazendo
jus à sua designação descemos, comemos e subimos. Para além do Rio Mondego,
subimos em conhecimentos e o conceito de partilha. Partilha de cultura e da
natureza como um todo.
No
primeiro dia fomos inseridos na cerimónia entre várias confrarias, Rabaçal, Almeirim,
Galo do Campo, Chanfana e muitas outras e como somos Internacionais até França
nos emprestou algumas das suas, sendo que, acabaram sendo membros da Confraria
da Lampreia. Além de amantes da nossa Terra.
Finda
a cerimónia que tinha contado com o cortejo pela vila realçando como é de tradição
a exibição das lindas colchas de chita, penduradas nas janelas, seguiu-se o
almoço muito bem organizado e honras de confecção.
O
dia terminou com actuações do grupo coral infantil (muito bem ensaiado) e com o
“Belo Canto de Coimbra”.
Quando
a coisa corre bem até S. Pedro ajuda e assim sendo, antes dormir, ainda fizemos
um pequeno passeio, aproveitando o clima delicioso que nos foi oferecido.
No
segundo dia, as hostilidades começaram numa verdadeira incursão de armas de
madeira e outras mais modernas, comprovadas como essenciais ao ultrapassar da
travessia, durante o percurso pelas margens do Rio Mondego.
O
passeio foi abrilhantado por duas interrupções fabulosas. O dono de um restaurante
que além de nos servir um pequeno petisco da terra «tudo sempre bem regado»,
nos mostrou o seu viveiro de lampreias. Bichinho que muito respeito, mas
prefiro ver no prato. E, uma segunda interrupção desta feita musical, com um
filho da terra (Ruizinho de Penacova) que tocou, cantou e encantou, dentro do
seu estúdio e de nós se despediu-com uma jeropiga.
O
evento terminou, entre odores e sabores da Rota da lampreia e numa actuação de
cortar a respiração no átrio da Câmara Municipal de Penacova ao som de grupo de
Cavaquinhos da Rebordosa, entre o binómio gastronomia/cultura e assim nos
despedimos dessa linda terra que sabe receber como ninguém.
Despedimo-nos
daquela gente boa e antes do regresso a Lisboa, fomos visitar o Mosteiro da
Senhora da Boa Morte em Lorvão, onde pela mão do seu guia, podemos aprender um
pouco mais sobre a nossa história da Arte.
Como
“Aliquid
Novi” fui incumbida de fazer o relatório da nossa viagem: Ele aqui
está, dando o meu contributo para algo que muito prezo. O início de uma bela amizade! “carpem die”
Bem
hajam!Conceição Teixeira
05 abril 2013
25 março 2013
Penacova II_Confraria da Lampreia
O programa da Confraria da Lampreia para as atividades no fim de semana, 6-7.Abril,2013, pode ser consultado aqui.
A caminhada de domingo de manhã, com cerca de 10 km, é co-organizada pelo Sempre a Descer e a Câmara Municipal de Penacova.
Os alojamentos locais, que deverão ser marcados por cada interessado quanto antes, são os seguintes:
Contacto: D. Mª Domingas
Telem.: 919 696 614Pensão Avenida
Av. Abel Rodrigues da Costa
3360 - 191 Penacova
Telef.: 239 477 142
Fax: 239 476 271
www.pensaoavenida.com
As inscrições, para os almoços de sábado (lampreia) e de domingo, e a caminhada de domingo, deverão ser enviadas para antonio.paulino@edp.pt
À noite a Ver & Ouvir Lisboa, 22.Março,2013
Filme a partir
das fotos de Ana Maria Reis e
de um fado de Carlos do Carmo
O início foi no Miradouro da Graça, às 20:30 de 6ª feira, 22.Março,2013.
Fomos 129 caminhantes a ver Lisboa a partir de diversos miradouros de Lisboa, durante cerca de 8 km e
2:45, acabamos a petiscar e a ouvir o Fado.
O percurso para rever Lisboa ,de dia ou de noite:
O percurso para rever Lisboa ,de dia ou de noite:
Paulo Ferreira (guitarra)
Ana Guerra (fadista)
05 fevereiro 2013
PERCURSO PEDESTRE PELO CABO ESPICHEL
Éramos mais de cinquenta corajosos por um trilho de cerca de oito quilómetros, a subir e a descer, em redor do Cabo procurando vislumbrar as pegadas dos dinossauros gravadas nas escarpas do Cabo e admirando a magnífica passagem.
Seguiu-se uma visita ao Santuário de Nossa Senhora do Cabo e à Igreja, agora recuperada nalguns "frescos" do tecto e altares e num importante conjunto de arte plástica, constituída por vários quadros que ilustram as paredes da Capela.
Seguiu-se um almoço de confraternização muito animado, ali perto, na Azóia.
10 janeiro 2013
Cabo Espichel, a 3.Fevereiro,2013
A próxima actividade do Sempre a Descer.come, será no domingo, 3.Fevereiro,2013 e tem lugar na zona do Cabo Espichel, no concelho de Sesimbra.
Passeio circular, fácil,com cerca de 8 km. Faremos todo o PR2 (disponível no sítio da CM de Sesimbra) e mais uns acrescentos. Nele poderemos observar pegadas de dinossauros (buracos na rocha, para os mais incrédulos...) e ainda um enorme conjunto de outras atrações.
O local de encontro é no Cabo Espichel, junto ao Santuário de Nossa Senhora do Cabo Espichel (GPS: 38.42041; 9.214096).
Para lá chegar, o melhor caminho desde Lisboa (cerca de 50 km e 50'), é seguir pela A2 e sair para Sesimbra. Cerca de 6 km adiante aparece uma rotunda e viram para onde indica Alfarim /Aldeia do Meco, entram na estrada N377, cerca de 11 km. A partir de Alfarim é só seguir as placas que dizem Cabo Espichel (cerca de 11 km mais).
Encontro às 9:45.
O almoço será no restaurante A Fátima, na estrada do Cabo Espichel, muito perto do início e fim da caminhada.
Inscrições para: antonio.paulino@edp.pt
18 outubro 2012
Penedo
A próxima actividade do Sempre a Descer.come, está programada para o próximo dia 10 de Novembro (um sábado) com ponto de partida e chegada no Penedo (Colares).
Voltamos pois à zona de Sintra para um passeio circular, de grau de dificuldade médio, quer dizer, com umas subidas de alguma inclinação, mas perfeitamente compensado pela curta distância, cerca de 7 km. “Aproveitaremos a boleia” de parte do PR 10 – Peninha, percurso marcado no Parque Natural Sintra- Cascais.
Faremos a coisa em ritmo lento, quer porque à tempo, quer porque em vários locais, as vistas são bastante boas.
O local de encontro é portanto o Penedo – aldeia da freguesia de Colares; coordenadas: N 38.47.632; W 009.27246.
Para lá chegar, o melhor caminho desde Lisboa (cerca de 40m), é seguir pelo IC19 e sair para a A16 em direcção a Sintra centro. Seguindo as placas que dizem Colares, entram na estrada N375, cerca de 7 Km. Após a entrada em Colares, há um uma estrada para a esquerda, onde está devidamente assinalado o Penedo. É sempre e só seguir as indicações até ao centro, junto ao pelourinho – Largo do Chafariz. Atenção que é uma estrada estreita, quase sempre a subir e com dois sentidos.
Encontro pelas 9:45m.
A boa notícia é que acabado o passeio, estamos... no almoço no Restaurante Refúgio do Ciclista.
11 outubro 2012
O PÔR DO SOL em SANTA CRUZ
Por vezes recebemos respostas do estilo:
"desta vez não posso ir, gostava muito, mas dei um entorse, tenho um joelho todo janado, esta anca já não é o que era...."
ou então: "e se chove, o que é que fazemos?"
Normalmente quem organiza as caminhadas tem quase sempre um Plano B. Ou seja, se a calamidade for grande, haverá um plano alternativo de visitas e/ou pequenas caminhadas, em zonas protegidas da chuva.
Mas as respostas acima indicadas levam-nos a preparar também um Plano C.
C pode ser de "coxos". Ou seja,teremos um Plano de caminhada adaptado às dificuldades de locomoção, que de uma forma transitória ou permanente, nos vão afetando cada vez mais.
Será o caso da caminhada do próximo sábado, 13.outubro,2012 entre a Praia de Santa Cruz e a Praia Azul. Haverá então um Plano C, adaptado a quem dele precisar, que pode passar por pequenas deslocações em automóvel, seguidas de pequenas visitas a pé, a locais escolhidos.
Como normalmente ninguém se queixa da falta de apetite, no final estaremos juntos no almoço.
Assim não haverá desculpa para quem quiser ir, "mas as minhas pernas não me deixam".
Entretanto para abrir o apetite para esta caminhada aqui está um Livro,
O PÔR DO SOL EM SANTA CRUZ, "Memórias de um japonês sobre uma aldeia ortuguesa" por Kazuo Dan, que viveu em Santa Cruz, em 1970-72.
"desta vez não posso ir, gostava muito, mas dei um entorse, tenho um joelho todo janado, esta anca já não é o que era...."
ou então: "e se chove, o que é que fazemos?"
Normalmente quem organiza as caminhadas tem quase sempre um Plano B. Ou seja, se a calamidade for grande, haverá um plano alternativo de visitas e/ou pequenas caminhadas, em zonas protegidas da chuva.
Mas as respostas acima indicadas levam-nos a preparar também um Plano C.
C pode ser de "coxos". Ou seja,teremos um Plano de caminhada adaptado às dificuldades de locomoção, que de uma forma transitória ou permanente, nos vão afetando cada vez mais.
Será o caso da caminhada do próximo sábado, 13.outubro,2012 entre a Praia de Santa Cruz e a Praia Azul. Haverá então um Plano C, adaptado a quem dele precisar, que pode passar por pequenas deslocações em automóvel, seguidas de pequenas visitas a pé, a locais escolhidos.
Como normalmente ninguém se queixa da falta de apetite, no final estaremos juntos no almoço.
Assim não haverá desculpa para quem quiser ir, "mas as minhas pernas não me deixam".
Entretanto para abrir o apetite para esta caminhada aqui está um Livro,
O PÔR DO SOL EM SANTA CRUZ, "Memórias de um japonês sobre uma aldeia ortuguesa" por Kazuo Dan, que viveu em Santa Cruz, em 1970-72.
01 outubro 2012
Rescaldo da Madragoa
No sábado 29 de setembro fomos 64 caminhantes, que nos juntamos nesta visita ao Bairro da Madragoa. Em junho passado já por lá passaram 42.
O tempo estava bom e a visita muito interessante.
Por questões logísticas o almoço mudou para o Restaurante Santo Amaro, na R. 1º de Maio, 132, em Alcântara.
Fotos de António José Paulino
26 setembro 2012
Pela Praia Azul a 13.outubro, 2012
O Outono já chegou e agora talvez apeteça voltar à praia para matar saudades.
Assim aqui vai um convite para uma nova atividade do Sempre a Descer.
Data: sábado 13.Outubro, 2012, numa caminhada pela Praia Azul (Santa Cruz).
Ponto de encontro: 9:30 h junto do Restaurante o POLVO, no Pisão, a norte da Praia de Santa Cruz)
GPS: 39.139581, -9.376563
Caminhada num percurso circular, com 10,5 km até à Praia Azul, sem grandes dificuldades.
Data: sábado 13.Outubro, 2012, numa caminhada pela Praia Azul (Santa Cruz).
Ponto de encontro: 9:30 h junto do Restaurante o POLVO, no Pisão, a norte da Praia de Santa Cruz)
GPS: 39.139581, -9.376563
Caminhada num percurso circular, com 10,5 km até à Praia Azul, sem grandes dificuldades.
Almoço no Restaurante o POLVO, ementa: Sapateira e Polvo à Lagareiro:17,50 €.
16 setembro 2012
Ainda pela Madragoa
Vamos recomeçar esta nova época de caminhadas e visitas, no sábado 29.Setembro.2012, num retorno ao Bairro da Madragoa, em Lisboa. Na visita efetuada em Junho passado, já muito próximo das férias, muito dos habituais caminhantes não puderam participar. Assim, o programa é o seguinte:
Ponto de encontro: 9:45 no Museu das Comunicações, na R. do Instituto Industrial, 16 (entre o Cais do Sodré e Santos),
10:00-10:30 - a projeção de um filme
10:30-13:00 - visita ao Bairro da Madragoa
13:00 - Almoço, no Restaurante Os Barões [13 €].
Inscrições para antonio.paulino@edp.pt
18 junho 2012
Pelo Bairro da Madragoa

Vamos terminar esta época de caminhadas e visitas, no sábado 30.Junho.2012, numa visita ao Bairro da Madragoa, em Lisboa.
Ponto de encontro: 9:45 no Museu das Comunicações, na R. do Instituto Industrial, 16 (entre o Cais do Sodré e Santos),
10:00-10:30 - a projeção de um filme
10:30-13:00 - visita ao Bairro da Madragoa
13:00 - Almoço, no Restaurante Os Barões [13 €].
Inscrições para antonio.paulino@edp.pt
04 junho 2012
Património Cultural de Odivelas
Na visita ao património cultural de Odivelas, fomos 34 os visitantes.
Começamos pelo Núcleo Museológico do Posto de Comanndo do MFA, no Quartel da Pontinha, onde contamos com a especial participação do General Garcia dos Santos, protagonista dos acontecimentos aí vividos na madrugada do Movimento das Forças Armadas.
Foi uma oportunidade única de ter alguém que aí fez acontecer a nossa história e nos esclareceu sobre alguns pormenores dessa época.
Depois seguimos para o Senhor Roubado e ficamos a conhecer a história da sua origem, e dos painés de azulejos que a contam.
Começamos pelo Núcleo Museológico do Posto de Comanndo do MFA, no Quartel da Pontinha, onde contamos com a especial participação do General Garcia dos Santos, protagonista dos acontecimentos aí vividos na madrugada do Movimento das Forças Armadas.
Foi uma oportunidade única de ter alguém que aí fez acontecer a nossa história e nos esclareceu sobre alguns pormenores dessa época.
Depois seguimos para o Senhor Roubado e ficamos a conhecer a história da sua origem, e dos painés de azulejos que a contam.
24 maio 2012
Por Lisboa e Arredores
Apesar das crise que por aí anda, o Sempre a Descer, em linha com os indicadores económicos a descer, volta aos mercados, ou seja às caminhadas, nestes dois casos mais culturais do que a penantes. Assim no mês de Junho teremos duas atividades:
Domingo, 3 de Junho.2012
Ponto de Encontro: Junto ao quartel da Pontinha, às 9:45 h
10:00 - Visita ao Posto de Comando do MFA
12:15 - Visita ao Padrão do Senhor Roubado
12:45 - Almoço em Odivelas
15:00 - Visita ao Mosteiro de São Dinis em Odivelas
16:30 - Visita ao Cruzeiro e Centro de Exposições
Inscrições para antonio.paulino@edp.pt
Sábado, 30 de Junho.2012, integrado nas festas da cidade de Lisboa, teremos uma visita ao Bairro da Madragoa. O ponto de encontro desta visita é no Museu das Comunicações às 10:00 (na Rua do Instituto Industrial, na zona de Santos).
Domingo, 3 de Junho.2012
Ponto de Encontro: Junto ao quartel da Pontinha, às 9:45 h
10:00 - Visita ao Posto de Comando do MFA
12:15 - Visita ao Padrão do Senhor Roubado
12:45 - Almoço em Odivelas
15:00 - Visita ao Mosteiro de São Dinis em Odivelas
16:30 - Visita ao Cruzeiro e Centro de Exposições
Inscrições para antonio.paulino@edp.pt
Sábado, 30 de Junho.2012, integrado nas festas da cidade de Lisboa, teremos uma visita ao Bairro da Madragoa. O ponto de encontro desta visita é no Museu das Comunicações às 10:00 (na Rua do Instituto Industrial, na zona de Santos).
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